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Nas últimas décadas, o futebol feminino tem crescido de forma muito significativa. Em termos epidemiológicos, a maior susceptibilidade de lesão do joelho entre as jogadoras, particularmente no que se refere à rotura do ligamento cruzado anterior (LCA), é o dado de maior importância. Num estudo prospectivo realizado com futebolistas da liga de futebol feminino da Alemanha, verificou-se elevada frequência de lesões do ligamento cruzado anterior, principalmente em situações de não-contacto, ao longo da época competitiva. A incidência lesional do LCA por não-contacto em jogadoras de futebol é duas a quatro vezes superior à que se verifica no futebol masculino. Pela sua elevada ocorrência, as lesões do LCA (ligamento cruzado anterior) no sexo feminino representam uma relevante área de investigação da medicina desportiva.

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